01
julho
The Stranglers
Peste & Sida
A 1 de julho, o Festival Jardins do Marquês recebe uma noite dedicada ao rock que atravessa gerações. Os britânicos The Stranglers, uma das bandas mais influentes da história do punk e do rock alternativo, sobem ao palco em Oeiras Valley para um concerto que percorre várias décadas de carreira e alguns dos temas mais marcantes do género.
A abrir a noite estarão os Peste & Sida, referência incontornável do rock português. Com quase quatro décadas de percurso, a banda mantém uma forte ligação ao público e uma presença em palco marcada pela energia e intensidade que caracterizam o seu repertório.
Este encontro entre duas bandas de diferentes geografias reforça a diversidade da programação do Festival Jardins do Marquês.
HORÁRIO
Abertura das portas: 19h30. Início do espetáculo de abertura: 21h00. O evento termina por volta das 23h30.
INFOS ÚTEIS
COMO CHEGAR

The Stranglers
Formados em 1974, The Stranglers emergiram no contexto do movimento punk do final dos anos 70, mas rapidamente ultrapassaram rótulos. A sua sonoridade única, marcada por linhas de baixo inconfundíveis, teclados sombrios e uma atitude crua, colocou-os num território próprio, onde convivem punk, new wave e rock sofisticado. Em apenas 13 meses lançaram três álbuns essenciais: Rattus Norvegicus, No More Heroes e Black and White , que deram origem a clássicos como Peaches, No More Heroes e Walk On By.

Peste & Sida
Os Peste & Sida são uma banda de rock portuguesa constituída no Verão de 1986, em Lisboa. A banda era formada por João San Payo (baixo), Luís Varatojo (guitarra) Eduardo Dias (bateria) e João Pedro Almendra que se junta ao grupo para se encarregar das vocalizações; Orlando Cohen entra pouco depois. Participaram pela primeira vez no 4º Concurso de Música Moderna do Rock Rendez-Vous, mas entretanto conseguiram contrato de gravação com a independente Transmédia e editaram logo de seguida o LP Veneno. Este disco revela uns Peste & Sida próximos da estética punk em temas como Veneno, Furo na Cabeça, Gingão ou Carraspana.




01
julho
The Stranglers
Peste & Sida
A 1 de julho, o Festival Jardins do Marquês recebe uma noite dedicada ao rock que atravessa gerações. Os britânicos The Stranglers, uma das bandas mais influentes da história do punk e do rock alternativo, sobem ao palco em Oeiras Valley para um concerto que percorre várias décadas de carreira e alguns dos temas mais marcantes do género.
A abrir a noite estarão os Peste & Sida, referência incontornável do rock português. Com quase quatro décadas de percurso, a banda mantém uma forte ligação ao público e uma presença em palco marcada pela energia e intensidade que caracterizam o seu repertório.
Este encontro entre duas bandas de diferentes geografias reforça a diversidade da programação do Festival Jardins do Marquês.
HORÁRIO
Abertura das portas: 19h30. Início do espetáculo de abertura: 21h00. O evento termina por volta das 23h30.
INFOS ÚTEIS
COMO CHEGAR

The Stranglers
Formados em 1974, The Stranglers emergiram no contexto do movimento punk do final dos anos 70, mas rapidamente ultrapassaram rótulos. A sua sonoridade única, marcada por linhas de baixo inconfundíveis, teclados sombrios e uma atitude crua, colocou-os num território próprio, onde convivem punk, new wave e rock sofisticado. Em apenas 13 meses lançaram três álbuns essenciais: Rattus Norvegicus, No More Heroes e Black and White , que deram origem a clássicos como Peaches, No More Heroes e Walk On By.

Peste & Sida
Os Peste & Sida são uma banda de rock portuguesa constituída no Verão de 1986, em Lisboa. A banda era formada por João San Payo (baixo), Luís Varatojo (guitarra) Eduardo Dias (bateria) e João Pedro Almendra que se junta ao grupo para se encarregar das vocalizações; Orlando Cohen entra pouco depois. Participaram pela primeira vez no 4º Concurso de Música Moderna do Rock Rendez-Vous, mas entretanto conseguiram contrato de gravação com a independente Transmédia e editaram logo de seguida o LP Veneno. Este disco revela uns Peste & Sida próximos da estética punk em temas como Veneno, Furo na Cabeça, Gingão ou Carraspana.


